Ambassador Thomas Shannon Discusses U.S.-Brazil Educational Exchange Program

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November 20, 2012

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In his article, Shannon discusses the Brazilian diplomatic initiative Science Without Borders as a way to promote Brazil's scientific and economic capabilites in the future. By partnering with academic institutions in a core group of countries, including the United States and Canada, this innovative new government program will fund study abroad scholarships for 75,000 Brazilian students, with an additional 26,000 scholarships funded through the private sector. In the end, this public-private partnership would enable Brazilian students to acquire scientific and technical skills abroad while mastering foreign languages and interning at major science and technology companies. In return, the U.S. will benefit from young Brazilians' increased exposure to our country, new contacts with emerging international leaders in science in technology, increased diversity in U.S. science and education programs, and stronger bonds with Brazil's science and technology sector.

Avanço Estratégico do Brasil

by Thomas A. Shannon, Jr.

Intercâmbios educacionais em ciências são uma grande ideia, talvez uma das iniciativas diplomáticas mais importantes das políticas do continente. Mas passar por todos os obstáculos para concretizar uma meta tão simples e poderosa não é tão fácil quanto parece.

Durante encontro no Brasil em março do ano passado, o presidente americano, Barack Obama, e a presidente brasileira, Dilma Rousseff, conversaram sobre um plano para enviar 101 mil estudantes brasileiros para o exterior estudar ciências, engenharia, matemática e tecnologia. Anunciada logo depois, a iniciativa Ciência sem Fronteiras indicou o interesse da presidente Dilma Rousseff em marcar seu mandato com a construção de uma porta em seu país para o século 21. Um pouco antes do tête-à-tête, Obama havia anunciado seus planos de enviar 100 mil estudantes americanos para a Ásia e prometeu divulgar uma iniciativa similar para a América Latina em Santiago, no Chile — a parada seguinte da sua visita à América Latina em 2011. Durante o encontro em Brasília, os dois líderes conversaram sobre a importância de usar a educação para melhorar a capacidade dos países em ciência e engenharia e assim impulsionar o desenvolvimento econômico, promover a mobilidade social e intensificar a inovação.

A presidente Dilma Rousseff já vinha trabalhando em um plano destinado a usar programas de estudo no exterior para internacionalizar o ensino superior brasileiro e acelerar o desenvolvimento científico e tecnológico do Brasil. Impressionada com a abrangência e a ambição da iniciativa americana, ela se comprometeu a igualá-la.

Quatro meses depois, em julho de 2011, a presidente Dilma Rousseff lançou o Ciência sem Fronteiras no Palácio do Planalto, comprometendo seu governo a financiar integralmente 75 mil bolsas para o estudo no exterior e anunciando compromissos do setor privado brasileiro com o financiamento de outras 26 mil bolsas.

Inicialmente, o foco foi em um grupo principal de países com universidades capazes de receber um grande fluxo de estudantes brasileiros: Estados Unidos, Canadá, Grã-Bretanha, França, Alemanha e Itália. Logo depois, outros países como China, Rússia, Índia, Suécia, Irlanda e Bélgica se apresentaram para oferecer vagas em suas universidades aos ávidos estudantes brasileiros.




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